segunda-feira, 25 de maio de 2015

Entrevista com um Educador que leciona para um aluno com Necessidades Especiais


Entrevistado (a): Silvia Barnabé, Psicopedagoga, Habilitada em Educação Especial

Entrevistador (a): Jaqueline Gouveia, estudante de pedagogia, 2º ano.


1)       Qual sua Formação Docente?
Pedagogia, habilitada em Educação Especial, deficiência mental e auditiva, em Educação Infantil e gestão e pós-graduada em psicopedagogia.

2)      Na Escola onde você leciona possui cuidadores para os alunos com necessidades Especiais?
Os alunos NEE são acompanhados em tempo integral por especialistas em educação especial, que os auxiliam na realização de atividades propostas para a turma, na qual faz parte. Na sala onde leciono tem um cuidador que auxilia o especialista precisa dar suporte para os outros alunos.

3)      Você enquanto educador sente apoio da Gestão Escolar?
Sim trabalhamos em parceria com a Coordenação e Direção Escolar, todas as solicitações, desde orientação, até a compra de materiais são providenciadas, alem disso contamos com o auxilio da professora itinerante que auxilia na realização de documentações e nos planos de trabalho.

4)      Você conta com recursos para suas aulas?
Sim, conto com materiais de apoio fornecidos pela rede, porem alguns fogem da realidade e da capacidade de compreensão tornando-se às vezes sem funcionalidade. Prefiro confeccionar os materiais para trabalhos mais específicos com meu aluno a partir da sua realidade e da sua necessidade.

5)      Como foi a primeira experiência sua com alunos com NEE em sala de aula?
Como sempre trabalhei com Educação Especial, no inicio foi bem posso dizer que foi um pouco impactante, uma vez que no Ensino especial, tudo é voltado para o aluno, o currículo é trabalhado de maneira diferente que no ensino comum, as exigências são maiores por conta da proposta pedagógica, onde o professor precisa encontrar meios para o aluno com NEE possa acompanhar o mesmo conteúdo dos demais colegas.


Conclusão do Entrevistador (a):


Crianças com deficiência encontram diferentes formas de exclusão e são afetadas por elas em níveis diversos, dependendo de fatores como o tipo de deficiência, o local onde moram e a cultura ou a classe social a que pertencem, no caso relatado acima pela Educadora podemos evidenciar que se trata de uma profissional com vasta experiência na área da Educação Especial, e na historia por ela relatada tem apoio da gestão Escolar, embora longe ainda de ser considerado um processo de totalmente inclusivo, tem  em seu dia a dia um ambiente considerado satisfatório para realização do seu trabalho.   

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